Pe. Francisco Sales, scj
Pe. Francisco Sales, scj é o novo Pároco da Paróquia Virgem dos Pobres em Vergel do Lago/AL
Crédito da foto - Wanderlan Veloso / Pascom Arquidiocesana

Por Maria Cícera / Pascom Arquidiocesana - AL

A paróquia Nossa Senhora Virgem dos Pobres viveu uma noite especial, no último dia 06 de fevereiro, ao acolher os padres que assumirão a administração paroquial, a partir desta data; padre Francisco Sales de Moraes, SCJ, para a função de pároco, e o padre José Egito Freire, para a função de vigário paroquial.

O rito de posse dos novos padres Dehonianos já iniciou na porta da igreja com a fala do Arcebispo Metropolitano de Maceió convidando padre Edivaldo Afrânio, que administrou a paróquia por 12 anos, para entregar ao pároco atual e ao vigário paroquial. E destacou que a chave significa o momento em que a missão do padre é sempre a de abrir portas e nunca fechá-las. “É também de vigilante e nunca permitir que por esta porta entre ervas daninhas para destruir a paz da comunidade”, reforçou Dom Antônio Muniz.

A celebração eucarística foi presidida pelo Arcebispo e concelebrada por padres da Arquidiocese e padres da Congregação do Sagrado Coração de Jesus. Seguindo a celebração, já no Altar, o metropolita entregou aos sacerdotes a chave do sacrário e pediu que eles fossem até a capela do Santíssimo e de joelhos fizessem uma oração.
Antes de iniciar a homilia, o metropolita interrogou os sacerdotes empossados diante da Comunidade e, de joelhos, fizeram a profissão de fé; em seguida convidou o Superior Provincial, Pe. Josemar Joaquim de Lima, SCJ, para ler solenemente as provisões dos sacerdotes Dehonianos.
Dom Antônio Muniz ao se dirigir a assembleia enfatizou que a terceira chave não dependia dele e sim da comunidade, a chave do coração cuja porta só se abre por dentro. “Que vocês os acolham com generosidade e amor em suas casas e famílias e eles a vocês”, motivou o arcebispo.

Continuou a homilia falando da Congregação dos Dehonianos e do legado que o padre Francisco Gerald, SCJ, deixou na Arquidiocese de Maceió durante os anos que aqui viveu seu ministério, 1913 a 1923, passando por diversas cidades o território alagoano. “Nesta caminhada para o centenário da Arquidiocese foi providencial a volta da Congregação Dehoniana para Maceió. Eles aqui estiveram, em terras alagoanas, por quase um século. Além de um defensor dos pobres, ele também realizou pinturas na Catedral Metropolitana e construiu tantos templos católicos por onde passou. Um santo homem”, falou o arcebispo.

E lançou uma missão para a Congregação: “Meu apelo e desejo é que trabalhem, com o entusiasmo do centenário, para elevar a honra dos altares este grande missionário que foi padre Francisco Gerald, SCJ”.
Após a bênção final, um representante da comunidade paroquial agradeceu ao padre Edivaldo Afrânio o tempo que passou à frente da Paróquia e acolheu, em palavras em nome dos movimentos, pastorais e comunidades, os novos padres. Familiares do padre Freire também leu uma mensagem carregada de carinho e votos de uma frutuosa missão.
Com a palavra, padre Francisco Sales frisou que uma das ações dele e de Pe. Freire será realizar momentos de escuta e acolhimento a cada Pastoral, movimento e equipe de trabalho para discernir o melhor para a Paróquia. Sempre em unidade com a Igreja e o Pastor. Destacou a acolhida de Padre Edivaldo e Dona Edite, uma senhora de 82 anos.
“Um padre triste deixa uma comunidade triste. Uma comunidade triste deixa um padre triste. A alegria do Evangelho não nos permite tristeza; e um dos dons desta Comunidade é o acolhimento”, destacou padre Sales.


 
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